Nem sempre precisas de mais respostas.
Uma sessão comigo não é sobre eu dizer-te o que fazer.
Também não é sobre prometer que 1h30 vai resolver aquilo que estás a viver há meses ou anos.
É um espaço individual onde olhamos para o teu momento, para aquilo que estás a sentir e para aquilo que talvez estejas a tentar ignorar, controlar ou compreender sozinho.
O Reiki pode fazer parte da sessão.
Mas para mim, o Reiki não está separado da pessoa que tenho à minha frente.
Há corpo. Há emoções. Há pensamentos. Há padrões. Há histórias.
E há uma pessoa inteira que precisa de ser escutada, não apenas “equilibrada energeticamente”.
Talvez esta sessão faça sentido para ti se...
Como funciona uma sessão.
Antes de começarmos, conversamos.
Quero perceber o que te trouxe até mim e aquilo que está mais presente neste momento.
A partir daí, a sessão adapta-se ao teu processo.
Podemos trabalhar através do Reiki, da presença, da consciência corporal, da reflexão e de outras ferramentas que façam sentido naquele momento.
Não sigo um guião rígido.
Porque duas pessoas podem chegar com uma questão semelhante e precisar de caminhos completamente diferentes.
O objetivo não é fazer-te sentir algo específico. É criar as condições para que possas escutar-te com menos ruído.
O meu trabalho não é fazer com que precises de voltar sempre.
Não acredito num acompanhamento onde a pessoa começa a sentir que só fica bem quando está comigo.
Posso acompanhar-te.
Posso questionar-te.
Posso ajudar-te a olhar para lugares que talvez ainda não estejas a conseguir ver por ti.
Mas o processo continua a ser teu.
Para mim, uma boa sessão não termina quando desligamos a chamada.
Continua na forma como te observas depois, naquilo que decides fazer diferente e na consciência que levas contigo.
Partimos exatamente de onde estás.
Há pessoas que chegam porque sabem exatamente o que querem trabalhar.
Outras chegam apenas com a sensação de que alguma coisa já não está bem.
As duas formas são válidas.
Não precisas de preparar uma resposta certa para a sessão.
Precisas apenas de estar disponível para olhar.
Talvez não precises de esperar até estar no limite.
Também podes escolher parar antes. Olhar antes. Escutar antes. E perceber o que o teu momento te está a pedir.
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